Voz da Mídia
AGORA17 de setembro de 2026
Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroEx-procurador do Instituto Rio Metrópole tem prisão decretadaGasto com polícia é 5 mil vezes custo de políticas para egressosFiji declara emergência nacional por HIV com 1 caso a cada 60 pessoasSTF: Gilmar critica exposição de Gonet no caso Master por MendonçaFiocruz mostra destaques da 13ª Olimpíada de Saúde e Meio AmbienteTRE-RJ distribui mais de 1 milhão de colas eleitorais para dia do votoPetrobras vai buscar petróleo na margem equatorial da Costa do MarfimRio amplia vacinação contra a covid-19 para idosos e trabalhadoresSTF: Gilmar Mendes critica condução do caso Master por Fux na 2ª TurmaEntenda mudança no mapa que tirou Sorriso do topo da produção agrícolaIrã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroEx-procurador do Instituto Rio Metrópole tem prisão decretadaGasto com polícia é 5 mil vezes custo de políticas para egressosFiji declara emergência nacional por HIV com 1 caso a cada 60 pessoasSTF: Gilmar critica exposição de Gonet no caso Master por MendonçaFiocruz mostra destaques da 13ª Olimpíada de Saúde e Meio AmbienteTRE-RJ distribui mais de 1 milhão de colas eleitorais para dia do votoPetrobras vai buscar petróleo na margem equatorial da Costa do MarfimRio amplia vacinação contra a covid-19 para idosos e trabalhadoresSTF: Gilmar Mendes critica condução do caso Master por Fux na 2ª TurmaEntenda mudança no mapa que tirou Sorriso do topo da produção agrícola
Internacional

Após recuo do Chile, Lula mantém apoio a Bachelet para chefiar a ONU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou, neste sábado (28), o apoio do Brasil à candidatura da ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, para secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Para Lula, após oito décadas de criação, é hora de a ONU, “finalmente”, ser comandada por uma mulher. No início de fevereiro, a candidatura de Bachelet foi apresentada, conjuntamente, pelos governos do Chile, do Brasil e do México. Na última terça-feira (24), entretanto, o Chile retirou seu

Fonte: Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasil28 de março de 2026 às 16:410 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Após recuo do Chile, Lula mantém apoio a Bachelet para chefiar a ONU
Foto: Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou, neste sábado (28), o apoio do Brasil à candidatura da ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, para secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Para Lula, após oito décadas de criação, é hora de a ONU, “finalmente”, ser comandada por uma mulher.

No início de fevereiro, a candidatura de Bachelet foi apresentada, conjuntamente, pelos governos do Chile, do Brasil e do México. Na última terça-feira (24), entretanto, o Chile retirou seu apoio.

“Chegamos à conclusão de que o contexto desta eleição, a dispersão das candidaturas de países latino-americanos e as divergências com alguns dos atores relevantes que moldam este processo tornam esta candidatura e seu eventual sucesso inviáveis”, explicou o governo chileno em comunicado.

Bachelet, de centro-esquerda, tinha sido indicada durante a gestão do ex-presidente Gabriel Boric, que é de esquerda. Agora, sob o comando de José Antonio Kast, um político de extrema direita, o Chile voltou atrás na indicação.

Ainda assim, de acordo com o comunicado, caso Bachelet decida prosseguir com sua candidatura, o Chile se absterá de apoiar qualquer outro candidato neste processo eleitoral, “considerando o histórico da ex-presidente”.

Assim como o Brasil, o México, liderado pela presidenta Claudia Sheinbaum, mantém o apoio à Bachelet.

Lula, em publicação nas redes sociais neste sábado, defendeu que a ex-presidente chilena tem “todas as credenciais” para ser a primeira mulher latino-americana a liderar a ONU, “promovendo a paz, fortalecendo o multilateralismo e recolocando o tema do desenvolvimento sustentável no centro da agenda internacional”.

“O Brasil continuará a apoiar, em conjunto com o México, a candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de Secretária-Geral da ONU. Bachelet é altamente qualificada, com o melhor currículo para a função, tendo sido duas vezes presidenta de seu país, Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos e Diretora Executiva da ONU Mulheres”, escreveu Lula.

Atualmente, o português António Guterres comanda o secretariado das Nações Unidas. Ele foi reeleito em 2021 para um segundo mandato de cinco anos (2022-2026), após iniciar a gestão em janeiro de 2017. O novo secretário-geral assume o cargo em 1º de janeiro de 2027.

Mais em Internacional