Voz da Mídia
AGORA15 de setembro de 2026
Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiro"Tiktokização" e crise sufocam propostas de campanha, diz Fenaj"Inconstitucional e ilegal", diz Moraes sobre investigação de MendonçaBrasileirão Feminino: TV Brasil exibe semifinal Bahia x CorinthiansConfira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (15)TRE-RJ indefere 15 candidaturas por indícios de vínculos criminososBrasil deve dobrar investimentos para zerar déficit em infraestruturaCâncer: estudo alerta para riscos de melanoma fora da peleSFT faz nesta manhã sessão que analisará conversas de Moraes e VorcaroMega-Sena sorteia prêmio de R$ 95 milhões nesta terça-feiraChuvas deixam 152 famílias em abrigos no Vale do Ribeira (SP)Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiro"Tiktokização" e crise sufocam propostas de campanha, diz Fenaj"Inconstitucional e ilegal", diz Moraes sobre investigação de MendonçaBrasileirão Feminino: TV Brasil exibe semifinal Bahia x CorinthiansConfira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (15)TRE-RJ indefere 15 candidaturas por indícios de vínculos criminososBrasil deve dobrar investimentos para zerar déficit em infraestruturaCâncer: estudo alerta para riscos de melanoma fora da peleSFT faz nesta manhã sessão que analisará conversas de Moraes e VorcaroMega-Sena sorteia prêmio de R$ 95 milhões nesta terça-feiraChuvas deixam 152 famílias em abrigos no Vale do Ribeira (SP)
Justiça

Ministério Público processa empresas por escaneamento de íris

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) ajuizou nesta segunda-feira (21) uma ação civil pública contra a Tools for Humanity Corporation e a Amazon AWS Serviços Brasil Ltda. por irregularidades na coleta de dados biométricos de íris de consumidores paulistanos.  A promotoria pede, em caráter liminar, a preservação de todos os dados, registros e metadados relacionados ao processamento dessas informações, a apresentação de contratos e relatórios técnicos sobre seu armazenamento. Notícias relaciona

Fonte: Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil22 de julho de 2026 às 14:400 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Ministério Público processa empresas por escaneamento de íris
Foto: Agência Brasil
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) ajuizou nesta segunda-feira (21) uma ação civil pública contra a Tools for Humanity Corporation e a Amazon AWS Serviços Brasil Ltda. por irregularidades na coleta de dados biométricos de íris de consumidores paulistanos. 

A promotoria pede, em caráter liminar, a preservação de todos os dados, registros e metadados relacionados ao processamento dessas informações, a apresentação de contratos e relatórios técnicos sobre seu armazenamento.

A promotora de Justiça responsável pela ação, Patrícia Leitão, solicita ainda a identificação da empresa do grupo Amazon responsável pela hospedagem dos dados e a suspensão de novas coletas de íris mediante qualquer tipo de pagamento ou benefício até a realização de perícia judicial. 

Para a promotora, o quadro caracteriza publicidade enganosa, exploração da vulnerabilidade dos consumidores e vício no consentimento.

A coleta desses dados era feita especialmente em pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, mediante oferta de compensação financeira e concentrada em regiões periféricas e de grande circulação, próximas a estações de metrô e unidades do Poupatempo.

“A ação requer ainda que as práticas sejam declaradas abusivas, que as rés sejam proibidas definitivamente de coletar dados biométricos de íris mediante contrapartida financeira, eliminem de forma irreversível os dados já coletados, indenizem a coletividade em ao menos R$ 240 milhões por danos morais e reparem os prejuízos individuais causados aos consumidores”, informou o MPSP.

Segundo o MPSP, a empresa manteve a prática por meio da concessão de benefícios internos no aplicativo World App mesmo depois de a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinar a suspensão da oferta de criptomoedas ou de qualquer compensação financeira pela coleta da íris.

“A Promotoria sustenta também que os consumidores não receberam informações claras sobre a finalidade econômica do projeto, os riscos relacionados ao tratamento dos dados biométricos, sua transferência para o exterior e a possibilidade de armazenamento dessas informações em servidores da Amazon Web Services”, explicou o MPSP.

A ação tem origem no relatório final da CPI da Íris, da Câmara Municipal de São Paulo, que investigou a atuação do Projeto World ID na capital paulista. 

Segundo a apuração, mais de 400 mil pessoas tiveram a íris escaneada em troca de recompensas financeiras que variavam entre R$ 300 e R$ 700.

Mais em Justiça