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AGORA15 de setembro de 2026
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Justiça

PF cumpre mandados contra suspeitos de desviar R$ 45 milhões de contas

A Polícia Federal realizou nesta terça-feira (21) a Operação Infiltrados, para desarticular uma suposta organização criminosa que desviava valores de contas da Caixa Econômica Federal (CEF).  Os alvos são suspeitos de subtrair cerca de R$ 45 milhões de correntistas e beneficiários com contas no banco público, mediante acesso a dados sigilosos. Notícias relacionadas: PF intima Jaques Wagner a depor sobre investigações do Banco Master. PF apreende carros de luxo em operação contra Careca do INSS

Fonte: Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil21 de julho de 2026 às 22:123 visualizações
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PF cumpre mandados contra suspeitos de desviar R$ 45 milhões de contas
Foto: Agência Brasil
A Polícia Federal realizou nesta terça-feira (21) a Operação Infiltrados, para desarticular uma suposta organização criminosa que desviava valores de contas da Caixa Econômica Federal (CEF). 

Os alvos são suspeitos de subtrair cerca de R$ 45 milhões de correntistas e beneficiários com contas no banco público, mediante acesso a dados sigilosos.

Além disso, o grupo também teria contado com a participação de servidores públicos e advogados para atrapalhar possíveis investigações e vazar informações privilegiadas.

Na ação, cerca de 120 policiais federais cumpriram 25 mandados de busca e apreensão nos municípios fluminenses de Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Niterói e Cabo Frio, e também em Indaiatuba e Salto, em São Paulo.

Foi identificado ainda que a organização criminosa contava com o suporte de contraventores, facilitando a corrupção de servidores públicos e a contratação de advogados com a finalidade de impedir eventual apuração do esquema criminoso e acessar informações sigilosas.

Em nota, a Caixa informou que “atua em conjunto com a Polícia Federal e contribui para operações exitosas, colaborando com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que combatem fraudes e golpes”.

Tais informações são consideradas sigilosas e repassadas exclusivamente à Polícia Federal e demais órgãos competentes, para análise e investigação.

O banco explicou que monitora ininterruptamente seus produtos, serviços e transações bancárias para identificar e investigar casos suspeitos.

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