Voz da Mídia
AGORA17 de setembro de 2026
Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroEmpresas afetadas por tarifaço ou guerra já podem pedir empréstimoPesquisa aponta que solidão e exaustão ampliam abstenção nas urnasPrevenção de acidentes de trânsito é tema de seminário internacionalFundação Pró-Sangue alerta para baixo estoque e faz apelo a doadoresFachin desmarca julgamento sobre atuação de Mendonça no caso MasterLibertadores: Rádio Nacional transmite Fla e Independiente del VallePND 2026 tem adesão de 2.007 municípios e 23 estadosBolsa Família é reajustado em 15%; medida vale a partir de outubroPesquisa mostra desafio de cineastas indígenas para financiar filmesEx-procurador do Instituto Rio Metrópole tem prisão decretadaIrã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroEmpresas afetadas por tarifaço ou guerra já podem pedir empréstimoPesquisa aponta que solidão e exaustão ampliam abstenção nas urnasPrevenção de acidentes de trânsito é tema de seminário internacionalFundação Pró-Sangue alerta para baixo estoque e faz apelo a doadoresFachin desmarca julgamento sobre atuação de Mendonça no caso MasterLibertadores: Rádio Nacional transmite Fla e Independiente del VallePND 2026 tem adesão de 2.007 municípios e 23 estadosBolsa Família é reajustado em 15%; medida vale a partir de outubroPesquisa mostra desafio de cineastas indígenas para financiar filmesEx-procurador do Instituto Rio Metrópole tem prisão decretada
Saúde

Prefeitura de SP perde recurso e deve retomar serviço de aborto legal

A prefeiturade São Paulo perdeu um recurso de apelação e terá de retomar o serviço de aborto legal no Hospital e Maternidade Municipal Vila Nova Cachoeirinha. A unidade realizava interrupções previstas em lei em gestações com mais de 22 semanas.  O hospital é localizado na zona norte da cidade e considerado referência nesse tipo de procedimento. Notícias relacionadas: Justiça manda reativar serviço de aborto legal em hospital paulistano. Por lei, o aborto, ou interrupção de gravidez, é permitid

Fonte: Guilherme Jeronymo - Repórter da Agência Brasil27 de março de 2026 às 00:200 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Prefeitura de SP perde recurso e deve retomar serviço de aborto legal
Foto: Agência Brasil
A prefeiturade São Paulo perdeu um recurso de apelação e terá de retomar o serviço de aborto legal no Hospital e Maternidade Municipal Vila Nova Cachoeirinha. A unidade realizava interrupções previstas em lei em gestações com mais de 22 semanas. 

O hospital é localizado na zona norte da cidade e considerado referência nesse tipo de procedimento.

Por lei, o aborto, ou interrupção de gravidez, é permitido e garantido no Brasil em casos de estupro da mulher, de risco de vida para a mãe e em situação de bebês anencéfalos. No entanto, em dezembro de 2024, o Hospital Municipal e Maternidade da Vila Nova Cachoeirinha suspendeu a realização desse tipo de procedimento. 

Na ocasião, a prefeitura informou que a suspensão seria temporária, mas não deu prazo de quando o serviço seria retomado.

A interrupção levou a ao menos 15 casos de desrespeito ao direito de interrupção, segundo levantamento da Defensoria Pública. A ação foi proposta pelo coletivo  Educação em Primeiro Lugar, formado pela deputada federal Luciene Cavalcante, pelo deputado estadual Carlos Gianazzi e pelo vereador Celso Giannazi, os três parlamentares do PSOL. 

Na decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, o relator Eduardo Pratavieira disse que os médicos municipais não têm providenciado o adequado encaminhamento das pacientes e estão negando o atendimento das vítimas 

“Ao contrário, em atos ilegais, promovem nova vitimização das mulheres vítimas de estupro, incutindo terror psicológico e emocional para que se abstenham de exercitar direito fundamental previsto em lei”, explicou a promotoria, na decisão do dia 4 de março que levou à retomada dos atendimentos.

A prefeitura alegava que outras unidades faziam o atendimento na cidade, o que foi negado pelos parlamentares e por ONGs que atuaram no apoio da acusação. 

Com a decisão, coube à prefeitura retomar o atendimento na unidade de referência. A decisão, em segunda instância, confirmou o entendimento do julgamento de outubro de 2025 e o prejuízo às cidadãs.

“A verdade dos fatos se provou diversa, revelando o próprio apelante que não se trata, como sugere, de mero ato de gestão e realocação do serviço, mas de pura negativa do direito fundamental das mulheres ao aborto legal em casos de risco, feto anencéfalo e estupro”, informa a decisão.

Procurada, a prefeitura negou que o serviço especializado havia sido interrompido na unidade e confirmou que já voltou a atender no Hospital de Vila Nova Cachoeirinha.

Mais em Saúde