Voz da Mídia
AGORA16 de setembro de 2026
Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroEspecialistas defendem maior regulação de plataformas digitaisBrasil vence Chile na estreia pelo Sul-Americano de vôlei masculinoMega-Sena acumula para R$ 102 milhões; confira os números sorteadosMaioria dos projetos no Congresso ameaçam indígenas, diz pesquisaVeja como foi a terça-feira (15) dos candidatos a presidenteFluminense leva susto, mas é 1º classificado à semi da LibertadoresEntenda: STF encerra sessão sem definir casos sobre Moraes e MendonçaSTF provocou mal-estar cívico na população, diz Cármen LúciaLivro com textos de Pierre Verger será lançado amanhã em São PauloApoiado pela EBC, evento debate desenvolvimento do futebol femininoIrã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroEspecialistas defendem maior regulação de plataformas digitaisBrasil vence Chile na estreia pelo Sul-Americano de vôlei masculinoMega-Sena acumula para R$ 102 milhões; confira os números sorteadosMaioria dos projetos no Congresso ameaçam indígenas, diz pesquisaVeja como foi a terça-feira (15) dos candidatos a presidenteFluminense leva susto, mas é 1º classificado à semi da LibertadoresEntenda: STF encerra sessão sem definir casos sobre Moraes e MendonçaSTF provocou mal-estar cívico na população, diz Cármen LúciaLivro com textos de Pierre Verger será lançado amanhã em São PauloApoiado pela EBC, evento debate desenvolvimento do futebol feminino
Saúde

Rio concentra quase um terço de casos de exercício ilegal da medicina

O Rio de Janeiro registrou 937 ocorrências policiais relacionadas ao exercício ilegal da medicina entre 2012 e 2023, de acordo com dados do Conselho Federal de Medicina (CFM). O número pode ser ainda maior, pois muitos casos não são comunicados às autoridades, por receio, constrangimento ou desconhecimento dos canais de denúncia. Notícias relacionadas: MEC pune mais de 50 cursos de medicina por desempenho insuficiente. Nobel de Medicina vai para cientistas americanos e japonês. O Rio de Janeir

Fonte: Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil06 de agosto de 2026 às 18:001 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Rio concentra quase um terço de casos de exercício ilegal da medicina
Foto: Agência Brasil
O Rio de Janeiro registrou 937 ocorrências policiais relacionadas ao exercício ilegal da medicina entre 2012 e 2023, de acordo com dados do Conselho Federal de Medicina (CFM).

O número pode ser ainda maior, pois muitos casos não são comunicados às autoridades, por receio, constrangimento ou desconhecimento dos canais de denúncia.

O Rio de Janeiro concentra quase um terço dos casos de exercício ilegal da medicina registrados no país, segundo dados da polícia civil do estado. Os procedimentos estéticos invasivos foram executados por pessoas sem habilitação técnica ou autorização legal.

O cenário foi apresentado pela regional no Rio de Janeiro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP-RJ) durante a 45ª Jornada Carioca de Cirurgia Plástica. 

A entidade alerta que tais irregularidades resultam em adoecimento, sequelas irreversíveis e mortes e cobrou providências urgentes para proteger a população.

A regional destacou que procedimentos invasivos, estéticos ou não, exigem avaliação clínica, indicação adequada, conhecimento anatômico, domínio técnico, planejamento anestésico e capacidade para reconhecer e tratar complicações.

“Quando realizados por pessoas sem formação médica e sem habilitação profissional, aumentam significativamente os riscos de infecções, deformidades permanentes, perda funcional e morte”, informou em nota.

Além disso, tais procedimentos só podem ocorrer em espaços preparados para reduzir a possibilidade de infecções, oferecer as condições para o cuidado adequado aos pacientes e garantir acesso a instrumentos de suporte à vida, se houver intercorrências.

“Consultórios e clínicas de estéticas não reúnem essas características”, reforçou a instituição.

Denúncias e cuidados

A entidade pediu apoio da população para denunciar irregularidades a autoridades competentes e, sobretudo, escolher apenas médicos habilitados para a execução de procedimentos invasivos, a fim de reduzir chances de complicações.

A orientação é verificar, nos conselhos de medicina e na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, se os profissionais são mesmo médicos, com formação adequada para tais procedimentos.

Aos médicos, o apelo é para que informem ao Conselho Federal de Medicina (CFM), por meio da Plataforma Medicina Segura, casos em que são acionados para atender vítimas da irresponsabilidade de procedimentos inadequados.

Mais em Saúde