Voz da Mídia
AGORA15 de setembro de 2026
Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroComeça sessão no STF com Mendonça e Moraes no plenário da CorteReunião do Copom começa com expectativa de nova redução da SelicVendas no comércio caem 0,8% em julho, com “ressaca” da Copa do MundoDino cobra explicação sobre elo entre Master e instituto de MendonçaEvento de arte e tecnologia "alfineta" com bordado e reflete sobre IA"Tiktokização" e crise sufocam propostas de campanha, diz Fenaj"Inconstitucional e ilegal", diz Moraes sobre investigação de MendonçaBrasileirão Feminino: TV Brasil exibe semifinal Bahia x CorinthiansConfira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (15)TRE-RJ indefere 15 candidaturas por indícios de vínculos criminososIrã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroComeça sessão no STF com Mendonça e Moraes no plenário da CorteReunião do Copom começa com expectativa de nova redução da SelicVendas no comércio caem 0,8% em julho, com “ressaca” da Copa do MundoDino cobra explicação sobre elo entre Master e instituto de MendonçaEvento de arte e tecnologia "alfineta" com bordado e reflete sobre IA"Tiktokização" e crise sufocam propostas de campanha, diz Fenaj"Inconstitucional e ilegal", diz Moraes sobre investigação de MendonçaBrasileirão Feminino: TV Brasil exibe semifinal Bahia x CorinthiansConfira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (15)TRE-RJ indefere 15 candidaturas por indícios de vínculos criminosos
Justiça

Rio: procurador diz que há ambiente institucional voltado à corrupção

O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Antônio José Campos Moreira, afirmou que há um ambiente institucional no estado voltado à corrupção. A declaração foi dada em entrevista coletiva sobre o esquema de desvio de recursos públicos no Instituto Rio Metrópole, que resultou na prisão de seis agentes e no cumprimento de nove mandados de busca e apreensão. A ação penal foi ajuizada pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Soneg

Fonte: Douglas Correia - Repórter da Agência Brasil10 de julho de 2026 às 11:310 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Antônio José Campos Moreira, afirmou que há um ambiente institucional no estado voltado à corrupção.

A declaração foi dada em entrevista coletiva sobre o esquema de desvio de recursos públicos no Instituto Rio Metrópole, que resultou na prisão de seis agentes e no cumprimento de nove mandados de busca e apreensão. A ação penal foi ajuizada pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal contra 11 pessoas denunciadas por crimes de organização criminosa, corrupção e fraude em licitação. 

"Isso talvez explique a situação de dificuldade financeira pela qual o nosso estado passa há décadas. Inúmeras estruturas do Estado, órgãos que deveriam prestar serviços ao cidadão, foram cooptadas por delinquentes, transformando essas estruturas em antros de corrupção, disse Moreira.

Segundo ele, a investigação no Rio Metrópole envolve contrato no valor de R$ 80 milhões. "Outros casos, de superlativa gravidade, também estão sendo objeto de investigação".

Moreira esclareceu que a investigação foi instaurada antes mesmo do recebimento da documentação encaminhada pelo governo estadual, e que as informações posteriormente compartilhadas pelo Executivo contribuíram para aprofundar as apurações. 

Para o procurador, o atual momento de integração institucional favorece o combate às irregularidades nas estruturas do estado.

"Há hoje, no estado, um ambiente singular, com a chefia do Poder Executivo transitoriamente exercida pelo presidente do Tribunal de Justiça, magistrado de carreira. Isso tem possibilitado atuação integrada, mas com absoluta independência entre as instituições, no sentido de investigar crimes e atos de improbidade administrativa", afirmou.

Moreira disse ainda que foi estabelecido um fluxo independente para o encaminhamento dessas informações. A partir disso, foi instaurado esse procedimento e outros que estão em andamento.  

Ao responder às perguntas dos jornalistas, o procurador esclareceu que “o legado que pode ser deixado [por esse governo] é, em termos pedagógicos, a necessidade de promover uma limpeza nas estruturas do estado.

"Estamos nos deparando com esquemas voltados ao desvio de recursos públicos em diferentes setores e buscaremos responsabilizar todos os envolvidos, inclusive pelas nomeações, indicações e pela formação desses núcleos de corrupção", concluiu.

O secretário do Gabinete de Segurança Institucional do Estado do Rio de Janeiro (GSI-RJ), Roberto Lisandro Leão, ressaltou que a integração entre os órgãos fortalece a proteção ao próprio estado. "Estabelecemos um fluxo permanente de auditorias, tanto na área de pessoal quanto na análise de contratos. Criamos esse fluxo para que, identificados indícios de irregularidades, eles fossem encaminhados imediatamente ao Ministério Público. Todos os órgãos estão sendo auditados, o que reforça a importância dessa integração. Quem ganha com isso é a sociedade", afirmou.

O delegado André Timoni, representante do Comitê de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos (Cifra) da Secretaria Nacional de Segurança Pública, órgão do Ministério da Justiça, explicou a contribuição do órgão para as investigações patrimoniais, por meio da produção e difusão de informações estratégicas baseadas em relatórios de inteligência financeira e na movimentação dos recursos desviados, para  aprofundamento das investigações patrimoniais.

Mais em Justiça