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AGORA15 de setembro de 2026
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Política

Fiocruz lança carta aos candidatos com temas prioritários da saúde

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou nesta segunda-feira (24) uma carta aberta aos candidatos a cargos eletivos em 2026 com contribuições para o debate sobre saúde e ciência. A entidade, que tem entre as suas atribuições a produção de vacinas e medicamentos, aponta temas prioritários para orientar as discussões e propostas de campanha.  Notícias relacionadas: Eleições de 2026 registram recorde de candidaturas indígenas. TSE debate combate a deepfake nas eleições. TSE lança campanha para e

Fonte: Agência Brasil24 de agosto de 2026 às 16:442 visualizações
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Fiocruz lança carta aos candidatos com temas prioritários da saúde
Foto: Agência Brasil
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou nesta segunda-feira (24) uma carta aberta aos candidatos a cargos eletivos em 2026 com contribuições para o debate sobre saúde e ciência.

A entidade, que tem entre as suas atribuições a produção de vacinas e medicamentos, aponta temas prioritários para orientar as discussões e propostas de campanha. 

Entre os desafios em saúde citados pela Fiocruz estão a desigualdade no acesso a serviços entre as regiões, as mudanças climáticas, a violência e a desinformação.

“Priorizar a saúde exige um olhar que transcende hospitais e medicamentos. Implica reconhecer que as condições de saúde são produzidas nas relações entre políticas públicas, formas de organização da vida social, produção do conhecimento, trabalho, ambiente e democracia”, aponta a entidade.  

No documento, a entidade lista sete prioridades como um “convite ao diálogo” e contribuição ao debate público sobre os rumos do país nas eleições de 2026.

“O objetivo é oferecer prioridades para o país, dialogando com a sociedade, com as candidaturas e com as equipes que irão formular propostas para os próximos anos.”

Os sete pontos prioritários são:

• fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e melhorar o cuidado em todo o país; 
• valorizar quem trabalha na saúde; 
• produzir mais ciência, vacinas, medicamentos e tecnologias no Brasil; 
• reduzir desigualdades e proteger as populações em maior situação de vulnerabilidade; 
• preparar o país para os impactos da crise climática e novas emergências em saúde ou pandemias; 
• reforçar a confiança pública, enfrentar a desinformação e ampliar o diálogo entre ciência e sociedade; 
• defender o desenvolvimento sustentável e o papel do Brasil na cooperação internacional em saúde. 

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