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AGORA15 de setembro de 2026
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Direitos Humanos

Governo reúne dados sobre igualdade salarial de homens e mulheres

Começou na segunda-feira (3) o prazo para que empresas com 100 ou mais empregados atualizem informações que serão usadas na elaboração do 6º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios. O envio dos dados deve ser feito até 31 de agosto, por meio da área do empregador no Portal Emprega Brasil. Notícias relacionadas: Trabalhadores das linhas 11, 12 e 13 da CPTM entram em greve. Brasil fecha o mês de junho com saldo positivo de 145.161 empregos. Assédio eleitoral no trabalho

Fonte: Pedro Peduzzi - repórter da Agência Brasil04 de agosto de 2026 às 17:430 visualizações
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Governo reúne dados sobre igualdade salarial de homens e mulheres
Foto: Agência Brasil
Começou na segunda-feira (3) o prazo para que empresas com 100 ou mais empregados atualizem informações que serão usadas na elaboração do 6º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios.

O envio dos dados deve ser feito até 31 de agosto, por meio da área do empregador no Portal Emprega Brasil.

O relatório é um documento previsto na Lei da Igualdade Salarial (Lei nº 14.611/2023) e tem como objetivo dar transparência às diferenças salariais e remuneratórias entre mulheres e homens nas empresas.

A legislação determina que empresas com 100 ou mais empregados adotem medidas para garantir essa igualdade, como transparência salarial, mecanismos de fiscalização e canais seguros para denúncias de discriminação.

Elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o relatório reúne dados do eSocial e informações complementares fornecidas pelos empregadores.

Entre os itens informados pelas empresas, estão critérios de remuneração e promoção profissional, existência de plano de cargos e salários, incentivos à contratação de mulheres e ações de apoio à parentalidade e à diversidade.

As informações são usadas para comparar salários, remunerações e a participação de homens e mulheres nos diferentes cargos das empresas.

Caso sejam identificadas desigualdades salariais em função do gênero, a empresa pode ser notificada a apresentar um plano para corrigir as distorções encontradas.

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